A ver pelo Hype registado nas redes sociais, as galinhas estão em alta e servem para promover qualquer tipo de produto. Da indústria automóvel, à electrónica de consumo, passando pelo desporto e claro terminando na indústria alimentar onde sempre foi usada.

Nas últimas semanas uma das campanhas com maior destaque nas redes sociais foi o anúncio da galinha da Mercedes-Benz lançado em Setembro. Simples, bem filmado e com uma mensagem poderosa. Atingiu até ao momento mais de 5 milhões de visualizações e registou cerca de 500 mil partilhas.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=nLwML2PagbY]

Entretanto, no dia 1 de Outubro foi a vez da LG lançar a sua Camera LG G2 OIS tendo também como estrela do seu anúncio uma galinha.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=kngXMCSt6z4]

Quem chegou primeiro o Ovo ou a Galinha? Este não é o ângulo essencial deste artigo, mas para apimentar ainda mais o tema posso dizer-vos que a FujiFilm, já em Fevereiro deste ano tinha lançado uma campanha para promover a sua mais recente camera fotográfica, também tendo por base a mesma matriz criativa: A Galinha e o seu incrível pescoço.
[youtube http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=26bw-fF3QbY]

Com polémica ou não, as galinhas estão aí para ficar e a mais recente campanha da americana Foster Farms veio mostrar-nos novos encantos das Galinhas, desta vez, os seus dotes vocais cacarejando Hits musicais dos anos 80.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=QJVPi55Cjv4]

Podemos ainda juntar a esta pesquisa, o filme da Nike, lançado há 7 anos para promover o “Free Run”. Neste filme, uma frenética galinha é a principal adversária do praticante de Parkour.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=47tlFVBA130]

Mas, porque raio, estou eu a escrever sobre galinhas? De facto o que me interessa neste assunto é o fio condutor que é comum a todos estes exemplos, que é a criatividade e o processo criativo de trazer elementos tão estranhos como uma galinha para junto de marcas de automóveis, cameras fotográficas ou a produtos de desporto. O facto é que o inesperado elemento de duas patas incentiva o público a assistir, a rir e a partilhar e esse é um dos bens mais preciosos para as marcas.

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Autor:
Rui Ventura
Presidente
APPM
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